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O Carnaval é uma das festas mais aguardadas do ano. É tempo de música, alegria, encontros e muita energia. Mas, em meio aos blocos e viagens, um órgão silencioso pode sofrer mais do que você imagina: os rins.
Muita gente se pergunta se carnaval faz mal para os rins. A resposta depende dos cuidados adotados. A saúde renal no carnaval exige atenção. Isso acontece por causa do calor e das mudanças na rotina.
Quem tem doença renal crônica, histórico de pedra nos rins no verão, diabetes, doença nos rins ou pressão alta precisa de cuidado redobrado. Mesmo pessoas saudáveis podem sobrecarregar os rins nesse período e aumentar o risco de insuficiência renal.
Neste artigo, você vai entender a relação entre Carnaval e saúde renal. Você também vai conhecer dados científicos. E vai ver cuidados com os rins no Carnaval. Além disso, vai aprender como proteger os rins no calor.
Durante o Carnaval, três fatores costumam se combinar:
Essas combinações podem causar desidratação e sobrecarregar os rins.
A desidratação é um dos principais gatilhos de lesão renal aguda.
Isso também aumenta o risco de desidratação durante o carnaval.
Os rins dependem de um fluxo adequado de sangue para manter a função renal. Quando o corpo perde muito líquido e não repõe corretamente, o volume sanguíneo diminui. Isso pode reduzir a taxa de filtração glomerular e levar a complicações.
Segundo estudos do Clinical Journal of the American Society of Nephrology, a desidratação é uma causa comum.
Ela pode levar à lesão renal aguda, sobretudo em períodos de calor intenso. No Brasil, onde o Carnaval acontece no verão, a relação entre verão e saúde renal merece ainda mais atenção.
A relação entre álcool e rins é mais importante do que parece. O álcool tem efeito diurético. Isso significa que ele aumenta a produção de urina e favorece a perda de líquidos.
Quando a pessoa bebe e não repõe água suficiente:
Muitas pessoas pesquisam se quem tem doença renal pode beber álcool. A recomendação é sempre buscar orientação médica individualizada.
Além disso, o consumo excessivo pode elevar a pressão arterial. E a hipertensão é uma das principais causas de doença renal crônica no mundo.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o consumo nocivo de álcool aumenta o risco de doenças do coração. Essas doenças também podem afetar diretamente os rins.
Para quem já tem doença renal, o cuidado precisa ser ainda maior. O álcool pode interferir na medicação e alterar exames importantes como creatinina e ureia, que ajudam a avaliar a função renal.
A relação entre pedra nos rins no verão é bem documentada. Com o calor, perdemos líquidos e, sem hidratação adequada, a urina fica concentrada, favorecendo cálculos. A quantidade de líquidos poderá variar conforme a rotina, mas a desidratação pode ocorrer de forma silenciosa.
Muitas pessoas buscam saber como evitar pedra nos rins no verão, e a principal orientação é aumentar a ingestão de água. Água de coco pode ajudar, mas não substitui água.
Em casos mais intensos, pode ocorrer tontura e até confusão mental. Em pessoas com histórico renal ou outras doenças, a desidratação pode agravar o quadro e evoluir para insuficiência renal crônica.
Durante o Carnaval, ficar muitas horas ao sol aumenta o risco. Por isso, é essencial conhecer os sinais de alerta. Também é importante manter acompanhamento com uma médica nefrologista.
Faça exames de sangue para avaliar a taxa de filtração glomerular (TFG).
Assim, você acompanha melhor a saúde dos rins.
Durante o Carnaval, alguns grupos devem ter cuidado especial:
Essas pessoas têm maior risco de complicações, incluindo lesão renal aguda e piora da função renal.
Se você faz hemodiálise no carnaval, é fundamental manter a rotina e não alterar horários sem orientação médica.
Agora a parte mais importante: como curtir com segurança e investir na prevenção da doença renal?
Beba água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede.
Observar a cor da urina ajuda a identificar possíveis sintomas de desidratação e rins sobrecarregados.
Intercale bebida alcoólica com água. Para cada dose, beba pelo menos um copo de água.
Moderação é essencial. O excesso pode causar desidratação, aumento da pressão e sobrecarga renal.
Se você tem doença renal, converse com seu nefrologista.
A cafeína em excesso pode contribuir para desidratação e alterações na pressão.
Evite exagerar no sal. O excesso favorece retenção de líquidos e piora da pressão arterial.
Cansaço extremo, tontura, dor lombar intensa e redução do volume urinário são sinais de alerta.
Nossos rins filtram cerca de 180 litros de sangue por dia.
Pequenas perdas de líquido já podem alterar temporariamente a taxa de filtração glomerular. A incidência de pedra nos rins pode aumentar até 30% nos meses mais quentes. A desidratação leve já pode afetar o desempenho físico e mental.
Ou seja, manter a hidratação adequada é uma estratégia de prevenção renal.
Muitos perguntam se paciente renal pode viajar. A resposta é sim, desde que haja planejamento.
Se você faz hemodiálise e planeja viajar, pode manter seu tratamento por meio da diálise em trânsito.
É o agendamento prévio de sessões de hemodiálise em outra unidade, fora da sua cidade de origem. Assim, o tratamento continua normalmente, sem interrupções.
A NefroClínicas oferece diálise em trânsito e está presente em vários estados do Brasil. Isso facilita o atendimento e garante segurança para quem precisa realizar hemodiálise no carnaval.
Se você já sabe seu destino, escolha a cidade e entre em contato com nossa equipe com antecedência.
Antes de cair na folia, pergunte a si mesmo: meus exames estão atualizados? Minha pressão está controlada? Minha função renal está acompanhada?
Avaliar creatinina, ureia e taxa de filtração glomerular é essencial para acompanhar a saúde dos rins.
Na NefroClínicas, oferecemos acompanhamento, foco em prevenção da doença renal e suporte completo para quem precisa viajar.
Carnaval é alegria. Mas cuidar da saúde renal no carnaval é uma atitude de responsabilidade.
Seus rins trabalham todos os dias por você. Agora é a sua vez de cuidar deles.
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